Pessoas produtivas não fazem mais, fazem melhor

Pessoas produtivas não fazem mais, fazem melhor

Sempre tive uma necessidade diária de me sentir ocupada, útil, produtiva. Para mim, produzir era sinônimo de fazer coisas o tempo todo. Fazer coisas para mim, para quem amo, fazer coisas no trabalho, em casa, etc.

Recentemente percebi que, para produzir resultados relevantes, não é a quantidade de tarefas realizadas que conta, mas que tarefas são essas e de que modo são feitas. Que, manter-se ocupada o tempo todo, pode fazer a pessoa viver no automático, agindo pelo impulso de se sentir atarefada e não pela vontade de ver algo realmente importante alcançado.

Às vezes me pego executando atividades que poderiam ser feitas noutro dia, deixando de usar meu tempo presente em benefício de minhas melhores aspirações.

Uma coisa é certa: definir o que é mais importante e concentrar-se nisso; em outras palavras, estabelecer prioridades e não tirá-las da mente, não são tarefas fáceis. Elas exigem que eu entre em contato com minha essência e descubra nela o que é valioso para mim. Que eu me faça diariamente as seguintes perguntas: O que eu realmente quero? Qual a mínima coisa que posso fazer hoje (e todo santo dia) para alcançar isso?

Parar para pensar e refletir se nossas ações estão nos levando aonde queremos chegar é o melhor jeito de aproveitar melhor o tempo. O modo como queremos chegar também deve ser considerado. Não queremos, por exemplo, ficar milionários, mas sem saúde para usufruir da conquista.

Portanto, produzir não quer dizer executar uma grande quantidade de ações. Significa usar o tempo com um foco consciente no que é importante. Muitas vezes isso quer dizer fazer menos e viver mais.

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